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segunda-feira, setembro 29, 2008

Ipês

Na descida pra Santana, caminho de todo dia... Clique nas fotos pra ampliar e ver detalhes


No centro da cidade, Av. São José... observe os novos ônibus verdinhos!






Ao pôr-do-sol, no banhado...
















Ipês pelas ruas de São José dos Campos














Já dando frutos, e sementes...Ipê rosa








Belos e luminosos...sempre!




domingo, setembro 14, 2008

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada

Fernando Pessoa, 18-9-1933

sexta-feira, setembro 12, 2008

carinho de irmã


Estas orquídeas tem já cinquenta anos de vida. Enfeitaram a festa de casamento de meu sogro e minha sogra.

Continuam sempre dando flores, todos os anos.

Tanto ela como a irmã se casaram na mesma data.

Tanto uma como a outra dão orquídeas de presente para quem gostam, nesta época.

Uma irmã esta com setenta e sete anos, e é minha sogra.

Sempre me dá um pedacinho da orquídea dela com flores.

Este ano, a outra irmã foi visitar minha sogra no dia do aniversário de casamento delas. E o que ela trouxe para dar a irmã? Um ramalhete enorme de orquídeas. Como estas da foto...

Achei muito interessante.

Esta irmã está bem de saúde e é mais nova uns seis anos creio. Minha sogra sofre de problemas de saúde.

Mas quase sempre está alegre.



segunda-feira, setembro 08, 2008

Tive dificuldades com uma flor...

http://www.youtube.com/watch?v=D9WXkQeXQyQ


http://www.youtube.com/watch?v=dsG7iZDHBNo&NR=1

No dia seguinte ao meu desabafo da tamanha tristeza e conflito em que me encontrava tive a oportunidade de encontrar minha amiga.
Conversamos demoradamente e dissipamos a nuvem que pairava sobre minha alma..
Eu a perdoei e ela me perdooou tambem.
Para todos que tiveram a bondade de me compreender neste momento, para aqueles que me incentivaram a nao perder essa bela amizade, para aqueles que sabem o quanto um ser humano, por mais que o amemos pode falhar: obrigada.
Voces foram muito importantes pra mim....

quinta-feira, setembro 04, 2008

Difícil escrever o que está difícil de sentir...
Como deixar uma amizade de trinta anos ser abalada ou acabar?
Como não sofrer a dor da mágoa e ao mesmo tempo a dor da perda?
Que fazer quando a dor está ainda tão presente e a sensação de amizade está tão presente também?
Como deixar passar uma ofensa grave a pessoa que você ama, um filho?
Como não deixar passar a ofensa vinda de uma amiga que é tão querida como uma irmã?

Que dilema...
Não deixar um abismo se criar entre vocês...
Ela na verdade não é sua amiga não...
Como entrar e sentar a sua mesa, tomar chá com você depois disso, como se nada tivesse acontecido?
Perdoa ela, pois você sabe como ela fica...
Ela esta passando por um mal momento, releva...

Não sei!
Não sei e sofro porque não sei...
Não sei se fico, não sei se vou, não sei se falo ou se me calo, não sei mais nada, não sei.

As lágrimas já brotam novamente nos meus olhos e eu não sei se sei e quero controlar...
Estou perdida. Estou triste com esta situação. Estou tão desnorteada.
Decepcionada, magoada, ferida na alma.
Minha irmã de coração, minha irmã de alma, como pode você fazer isto comigo?

terça-feira, setembro 02, 2008




SABIÁ-LARANJEIRA: Turdus rufiventris


Seu canto longo e melodioso semelhante ao som de flauta, serviu de inspiração a alguns poetas.


É encontrado tanto no campo quanto na cidade. Por estar muito próximo ao homem, sua popularidade o tornou símbolo representativo da fauna ornitológica brasileira e foi considerado popularmente a Ave Nacional do Brasil através de decreto federal.


É muito comum encontrá-lo andando pelo chão capturando invertebrados, mas sua dieta consiste basicamente em frutos de pitangueiras (Eugenia uniflora), figueiras-benjamim (Ficus microcarpa), palmeiras como o jerivá (Syagrus romanzoffianus) e a seafórtia (Archontophoenix cunninghamiana) e amoreiras (Morus nigra).


Ele costuma visitar comedouros para comer frutas (mamão, banana, laranja) e pão que são ofertados pelo homem.




Na chácara de mamae e papai tem sempre um a nos visitar, comer mamao, banana e laranja que papai gentilmente oferece.


Também aparece por la um sanhaço cinza:


SANHAÇO-CINZA: Thraupis sayaca – pode ser encontrado em áreas rurais e nas cidades, especialmente em bairros bem arborizados.


Utiliza buracos de árvores para fazer o ninho, especialmente os de coqueiros.


Freqüenta principalmente árvores frutíferas como pessegueiro, pitangueira, ameixeira, romãzeira e comedouros onde são oferecidas frutas como mamão, banana, laranja entre outras.


Aprecia os frutos de figueiras (Ficus carica, F. microcarpa, F. elastica), amoreira (Morus nigra) e embaúba (Cecropia sp.) e come as pétalas de ipê-amarelo (Tabebuia sp.).


Alimenta-se ainda de néctar de flores de eucalipto (Eucalyptus sp.) e mulungu (Erythrina).

Indígenas



Conhecidos também como Kampa, os Ashaninka integram junto com os Piro, Amuesha, Matsiguenga e Nomatsiguenga, o conjunto dos arawak pré-andinos, ramo ocidental da família linguística arawak.
O termo Kampa, de origem desconhecida, foi largamente utilizado nas fontes coloniais - as primeiras referências detalhadas sobre os Ashaninka são do ano de 1595 (Varese, 1968 - porém, trata-se de um nome atribuído não aceito por eles; sua autodenominação é Ashaninka, que significa gente, seres humanos.
Habitantes do piemonte andino, chegaram ao limite de sua expansão rumo ao oriente, nos confins do sudoeste da amazônia brasileira, região de fronteira entre Brasil e Peru, em terras acreanas. Com uma população em torno de 30.000 indivíduos, os Ashaninka representam quase a metade da cifra estimada para o conjunto dos arawak pré-andinos, que é de 70.000.
Em território peruano, onde está a grande maioria desta população, habitam as regiões dos rios Apurímac, Ene, Perené, Tambo, alto Ucayali, Pachitea, e ainda o altiplano do Gran Pajonal.
Os Ashaninka da porção brasileira da amazônia tem sua população estimada em 500 indivíduos, distribuídos entre os rios Amônia, Arara e Breu, tributários do rio Juruá, e Envira, afluente do rio Tarauacá. O rio Amônia concentra a maior parte desta população, com 318 indivíduos - conforme censo realizado em setembro de 1998. Procedentes principalmente do alto rio Ucayali e do rio Tambo, as primeiras famílias que ocuparam o rio Amônia, fizeram-no de forma permanente no início da década de 40; muito embora a presença Ashaninka na amazônia brasileira seja mais antiga, podendo remontar ao século XVIII, conforme fontes disponíveis (Castelo Branco 1950:8).
Vivem em pequenos grupos espalhados pela floresta, formados por famílias nucleares conectadas através de relações de parentesco. Tais núcleos familiares, compostos de um homem, sua(s) esposa(s), filhas e filhos solteiros, constituem a base social e econômica da sociedade Ashaninka. Organizam-se em torno de um homem mais velho, em geral um sogro, formando o grupo local, unidade autônoma tanto do ponto de vista político como econômico. Um sogro de grande prestígio pode ampliar sua área de influência política, reunindo alguns grupos locais, criando assim um território político.
Tal prestígio, que outrora estava relacionado ao talento de um homem enquanto guerreiro, vincula-se, atualmente, mais à sua capacidade de fazer alianças com o exterior, garantindo o acesso regular a produtos manufaturados.
A economia Ashaninka é baseada, principalmente, no cultivo da mandioca (manihot aypi), na caça e na pesca. Embora a pesca e a coleta não sejam tão valorizadas culturalmente como a caça, constituem importantes fontes de proteínas na dieta cotidiana.
Cada família nuclear possui seu roçado e é economicamente autônoma. Tal autonomia não exclui relações de intensa reciprocidade entre as unidades familiares, pois a carne e o peixe são distribuídos, pela esposa do caçador ou pescador, dentro do grupo local.
Os produtos do roçado não são distribuídos, mas partilhados socialmente em forma de uma bebida chamada piyarentsi - bebida fermentada de mandioca, chamada de caiçuma pelos regionais -, considerada um legado de Pawa, que é consumida em reuniões feitas para esta finalidade.
Os Ashaninka, ao reunir-se para beber piyarentsi, embriagam-se e brincam, tal como os seus deuses; assim, acreditam estar celebrando os preceitos de Pawa - divindade maior dos Ashaninka - e reproduzindo a boa ordem do universo.
Fontes de InformaçãoMargarete K. MendesTAWAI
outubro de 1999