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domingo, fevereiro 28, 2010

QUEM TEM MEDO DO ESCURO?

Livro do Sidney Sheldon, que acabo de ler...
Me deixou pensando...

Apesar dos eventuais exageros típicos do autor, onde as protagonistas da historia são sempre mulheres lindas, maravilhosas e inteligentíssimas, o assunto do livro gira em torno de um dos problemas que mais nos afligem nos dias atuais: o controle do clima.

No livro, um cientista brilhante cria uma máquina,  (depois  aperfeiçoada por um outro conjunto de cientistas do mundo todo), que é capaz de criar chuvas, tempestades e furacões no globo todo. E essa maquina na mao do irmao do cientista que a criou é usada para extorquir o dinheiro de governos, ameaçando-os com chuvas que não param, estiagens prolongadas, etc...


No POSFACIO do livro, o autor assegura que os países que vinham pesquisando sobre o assunto se comprometeram de não criar jamais um equipamento que pudesse dessa forma controlar o clima, mas que não cumprem esta promessa porque ainda hoje continuam pesquisando uma forma de dominar os outros países, utilizando o clima ...

Ao mesmo tempo em que eu estava acabando de ler o livro, passava na tv  notícias sobre o terremoto no Chile e a enorme quantidade de pessoas mortas, os possiveis  tsunamis, as chuvas em Portugal, etc...


Gostaria de acreditar que se um dia, algum pais tivesse uma forma de controlar realmente o clima mundial, fosse usado apenas e tao somente para o bem da humanidade, acabando com as secas que geram a fome e com as enchentes e furacoes que fazem com que pessoas de toda parte do mundo percam absolutamete tudo que possuem e que conseguiram conquistar as vezes com uma vida inteira de trabalho!

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Parque Municipal Vicentina Aranha I

Desde que começaram as aulas de meu filho, e as minhas ainda não, estou aproveitando as manhãs para fazer uma deliciosa caminhada!
Acordo cedo por conta disso, e não via graça em voltar pra casa e dormir novamente além de estar  precisando de exercícios faz tempo.
Perto de casa temos dois parques municipais, o Santos Dumont, que um dia falo dele, e o Vicentina Aranha, este em que estou caminhando...

O Vicentina Aranha foi durante muito tempo um sanatório para tratamento de tuberculosos. Formado por extensa área verde e vários prédios, onde eram abrigados separadamente os doentes.

Após esta utilização ele foi um hospital público e depois foi comprado por empresas particulares para se tornar uma clínica, projeto que nao foi adiante.
Ficou fechado durante anos.

Do site da prefeitura :
O Parque Vicentina Aranha foi inaugurado no dia 27 de julho de 2007, aniversário da cidade. Com área total de 84.500 m², 11.080,83 m² de área construída, os visitantes têm espaço de sobra para caminhar, fazer cooper e apreciar um belo espaço arborizado e cheio de histórias.
Os prédios e a capela faziam parte do antigo Sanatório Vicentina Aranha, complexo arquitetônico considerado uma das mais importantes construções da fase Sanatorial da América Latina, que serviu como base para outras edificações no município com finalidades idênticas.

Inaugurado em 27 de abril de 1924, com projeto do arquiteto Ramos de Azevedo e obras executadas sob a supervisão do engenheiro Augusto de Toledo, o sanatório tratou de tuberculosos e, até 2003 abrigou um hospital geriátrico, com atividades encerradas em 2004.

Pela importância histórica o local é protegido como patrimônio histórico pelo COMPHAC (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural), CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo) e está em processo de tombamento pelo IPHAM (Instituto do Patrimônio Histórico e Ambiental).

Por ser protegido como patrimônio histórico, ainda não foi possível realizar o processo de reformas, obras e melhorias nos predios do parque... 

Mas é um lugar adorável pela sua natureza exuberante, seus moradores (aves, insetos e outros animaizinhos), pela agradável sensação de frescor que nos proporciona toda aquela área verde.
Lá eu vejo, todas as manhãs:

patos de penacho:


















galinhas da angola





um belo e glamouroso galo que canta e encanta:







árvores enormes e pequenas nascendo de mudas que foram plantadas pelas aves do local ou apenas se deixaram crescer por ali:





uma sequência de ipês roxos que logo irão crescer e encher de flores todo este lado:



prédios históricos:







e mais muito mais!