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Mostrando postagens com o rótulo poesia

O MAR

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 O mar, ah o mar! O mar me chama Me ama E eu a ele Sou do mar "Vinda do mar" E para lá sempre  Hei de voltar

Nada

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Um dia qualquer em um momento qualquer onde não existe o espaço ou o tempo tudo flutua a mente divaga buscando apenas o repouso, a paz Não há temores não há anseios não há angústia ou sonhos vazio, nada, nada...

VIDA QUE SEGUE

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Vida que segue o seu curso Dia após dia Uma semana ja se passou No vão dos dedos. Olhe! Veja la atras Voce foi menina um dia! E agora é mulher...

Deixa tua alma falar

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Escreva poesia Leia poesia Seja poeta Em teu falar Em teu sentir Em teu olhar... Qual a utilidade da poesia? Que tal esta : deixar tua alma falar? Quando quedamos sobre um papel ou mesmo sobre um teclado e liberamos a nossa alma falamos em poesia que se encontra em tudo nao apenas em poemas publicados e guardados em fundos de gavetas, ou cadernos de adolescentes, mas em nossa alma...

POESIA DE ADÉLIA PRADO

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Pranto para Comover Jonathan Os diamantes são indestrutíveis? Mais é meu amor. O mar é imenso? Meu amor é maior,mais belo sem ornamentos do que um campo de flores. Mais triste do que a morte, mais desesperançadodo que a onda batendo no rochedo, mais tenaz que o rochedo. Ama e nem sabe mais o que ama. Descobri hoje não por acaso as poesias desta escritora, que parece-me, pelas poesias que li, ter muito a ver comigo. Tempo A mim que desde a infância venho vindo como se o meu destinofosse o exato destino de uma estrela apelam incríveis coisas: pintar as unhas, descobrir a nuca,piscar os olhos, beber. Tomo o nome de Deus num vão. Descobri que a seu tempo vão me chorar e esquecer. Vinte anos mais vinte é o que tenho, mulher ocidental que se fosse homem amaria chamar-se Eliud Jonathan. Neste exato momento do dia vinte de julho de mil novecentos e setenta e seis, o céu é bruma, está frio, estou feia,acabo de receber um beijo pelo correio. Quarenta anos: não quero faca nem queijo. Quero a fome...
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Um vento bateu dentro de mim e não tive jeito... Poesia de Pablo Neruda, tirado do site: www. los-poetas.com , inclusive a figura POEMA 5 Para que tú me oigas mis palabras se adelgazan a veces como las huellas de las gaviotas en las playas. Collar, cascabel ebrio para tus manos suaves como las uvas. Y las miro lejanas mis palabras. Más que mías son tuyas. Van trepando en mi viejo dolor como las yedras. Ellas trepan así por las paredes húmedas. Eres tú la culpable de este juego sangriento. Ellas están huyendo de mi guarida oscura. Todo lo llenas tú, todo lo llenas. Antes que tú poblaron la soledad que ocupas, y están acostumbradas más que tú a mi tristeza. Ahora quiero que digan lo que quiero decirte para que tú las oigas como quiero que me oigas. El viento de la angustia aún las suele arrastrar. Huracanes de sueños aún a veces las tumban. Escuchas otras voces en mi voz dolorida. Llanto de viejas bocas, sangre de viejas súplicas. Ámame, compañera. No me abandones. Sígueme. Sígueme, comp...