De tudo um pouco, o que vou pensando e sentindo...
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Temos, todos que vivemos, Uma vida que é vivida E outra vida que é pensada, E a única vida que temos É essa que é dividida Entre a verdadeira e a errada
Fernando Pessoa, 18-9-1933
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Comentários
Anônimo disse…
Oi mana querida, voltei a esse mundo, parece um vício, não consigo parar... Vi seu comentário na foto do Orkut, essas mãos não conseguem parar mesmo, como não consego parar meus pensamentos. E vivo a vida, assim dividida. Beijos com sabor de saudades!
Olá Flor, minha querida amiga do Brasil Esta é a minha primeira visita blogosférica do dia. Sempre que nos socorremos de Fernando Pessoa o êxito do post é garantido. O tema, alguma perturbação na definição de alguns conceitos, aliás comum a todos nós, praticamente: não há fim como não houve princípio e estes versos que agora colocaste. A verdade, o que é a verdade? A vida que vivemos e a que pensamos e vivemos ou não, às vezes nem o sabemos! Regressemos à Terra!... Como vão os IPÊS? bj António
Dias em que tudo parece cinza... Dia em que nada tem muita importancia. Ou graça. Lutar contra a sensaçao de um nada tao grande! Tentar olhar o sol lindo que esta la fora, o ceu azul e as crianças crescendo, brincando e rindo penduradas na arvore da escola! Ou lembrar dos dois pes de alface que acabamos de colher na nossa horta hoje cedo... Do encantamento no olhar da criança que conseguiu colher um tomate, observar um rabanete saindo da terra, e uma folha do pé de abóbora que ficou velha e esta ficando branca, professora! Posso pegar este tomatinho aqui? A vida me ensina. Nem tudo esta cinza hoje.
Livro do Sidney Sheldon, que acabo de ler... Me deixou pensando... Apesar dos eventuais exageros típicos do autor, onde as protagonistas da historia são sempre mulheres lindas, maravilhosas e inteligentíssimas, o assunto do livro gira em torno de um dos problemas que mais nos afligem nos dias atuais: o controle do clima. No livro, um cientista brilhante cria uma máquina, (depois aperfeiçoada por um outro conjunto de cientistas do mundo todo), que é capaz de criar chuvas, tempestades e furacões no globo todo. E essa maquina na mao do irmao do cientista que a criou é usada para extorquir o dinheiro de governos, ameaçando-os com chuvas que não param, estiagens prolongadas, etc... No POSFACIO do livro, o autor assegura que os países que vinham pesquisando sobre o assunto se comprometeram de não criar jamais um equipamento que pudesse dessa forma controlar o clima, mas que não cumprem esta promessa porque ainda hoje continuam pesquisando uma forma de dominar os outros paí...
Comentários
Vi seu comentário na foto do Orkut, essas mãos não conseguem parar mesmo, como não consego parar meus pensamentos.
E vivo a vida, assim dividida.
Beijos com sabor de saudades!
Esta é a minha primeira visita blogosférica do dia. Sempre que nos socorremos de Fernando Pessoa o êxito do post é garantido.
O tema, alguma perturbação na definição de alguns conceitos, aliás comum a todos nós, praticamente: não há fim como não houve princípio e estes versos que agora colocaste. A verdade, o que é a verdade? A vida que vivemos e a que pensamos e vivemos ou não, às vezes nem o sabemos!
Regressemos à Terra!...
Como vão os IPÊS?
bj
António