Todas as vezes que íamos a casa de nossa avó era uma alegria. Como não moravamos perto, a viagem em si era ja uma bagunça. Papai dirigia, mamãe ia ao lado, e nós, as cinco filhas nos distribuíamos pelo resto do carro, tres nos bancos e 2 no bagageiro, que da variant, era aberto para dentro do carro e bem espaçoso. Lá quase sempre iam as menores, Ana e Deia... íamos brincando de contar carros da mesma cor, ou cantando, ou de alguma forma papai e mamãe inventavam algo para nos distrair até chegar ao destino. Lembro-me bem que quando comecei usar óculos, (com 14 anos!) abriu-se para mim um mundo novo, de letras e placas que eu podia ler! Ia vendo tudo pela estrada, o que antes era embaçado ficava nitído e claro para mim! Chegando na casa da vovó sempre uma festa! Cinco netas, filha e genro, vovó e vovô nos recebiam com muita alegria e sorrisos. Quando outros tios também iam, juntava todo mundo e jogavam os homens com vovô, (campeão em Sttutgard!), as mulheres na cozinha batendo l...